Filme cabeça que me pagaram para assistir no Festival do Rio em seu último dia no Centro Cultural Justiça Federal. Assistindo lembrei muito de Isaac Asimov e sua Psico-história, e como eu estava tão disposta a trabalhar nisso na época que eu surtei que fiz até um blog.
O filme (documentário?) do canadense Richard Brouillette é um curso de economia em 160 minutos. Foi tanta informação que eu não sei se tenho muito a declarar por aqui. Acho que a única forma de fazê-lo seria desmembrar todos os discursos e ve-los novamente tomando notas.
Muito interessante do ponto de vista da psico história. Deu vontade de novo de trabalhar nisso até, mesmo estando mais lúcida hoje em dia.
E a trilha sonora? O que era aquilo gente? Eu tinha que me controlar para não rir muito alto toda a vez que entravam os textos entre os depoimentos dos economistas, cientistas sociais ou seja lá o nome atual dos psico historiadores que aparecem no filme.
Excedeu totalmente as expectativas. E ainda ganhei carona e lanche indenizatório por ter ido lá!
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Novembro 6th, 2009
Mesmo com aquela coisa irritante de ficar contando a história com bilhetes, anotações em palmtops, e-mais e diários que eu já vi em outro livro da Meg Cabot, Todo garoto tem é um romance contemporâneo bem divertido.
Li como bebo água. O fiz em um dia, e olha que foi num dia de semana. Isso quer dizer que eu devo ter lido em no máximo umas 5 horas, nos intervalos de de deslocamento casa-trabalho-casa.
E a ansiedade de voltar a tem aquele volume nas mãos para ver qual seria a nova trapalhada do casal que foge das famílias religiosas para se casar na Itália? E qual será a próxima idéia malsucedida da madrinha cartunista? E qual vai ser a próxima cantada não intencional que o padrinho avesso ao casamento vai passar?
Um ótimo passatempo, realmente!
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Outubro 9th, 2009
Livro de Laura Esquivel que comprei sem ter idéia de quem fosse a personalidade-título, junto com Crepúsculo.
A julgar pela capa, achei que fosse mais um daqueles livros sobre a vida das mulheres árabes que eu costumava comprar. Acabei com algo inédito para a minha cultura geral: A história da mulher que serviu de intérprete entre os espanhóis e imperador Montezuma.
A rigor, Malinche é o título de Hernan Cortés, “O amo de Malinalli”. A nativa, escrava depois da morte da avó que a criara, é percebida como falante de uma língua para a qual os estrangeiros ainda não tinham tradutor.
A jovem inicialmente acredita, como muitos dos seus, que aqueles homens sejam enviados de Quetzacoatl, e mais intimamente que eles impediriam os sacrifícios humanos apoiados por Montezuma. Mas aos poucos ela vai percebendo que eles não ligam para o milho, e dão uma importância exagerada ao ouro, as fezes dos deuses.
Laura Esquivel demonstra todo o conflito dessa personalidade da história mexicana. Confesso que me era totalmente desconhecida, mas é muitíssimo interessante.
Ah, e antes que eu me esqueça: Achei e usei como pappel de parede uma foto da árvore que dá nome à heroína, tirada na Nicarágua pelo que pude apurar. Veja lá no álbum do fotógrafo, por que eu tenho preguiça da inserir imagens por aqui!
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Outubro 5th, 2009
Olá p-soas.
Já que eu tenho que fazer hora mesmo até o início do Twestival, resolvi tentar escrever um pouco por aqui, para variar um pouco. Uma <cof> resenha. Qualquer coisa é mais interessante que trabalhar não é?
Mas vamos lá:
Nunca liguei muito para as histórias de vampiro. O mais perto disso que cheguei nos livros e gostei foram na série Dark Hunter e mesmo assim lá é tudo diferente. Talvez fale sobre ela um dia desses, mas tenho tentado evitar esse tipo de literatura ultimamente.
Acabei lendo por que eu estava passeando nas Americanas com a minha irmã e fomos garimpar livros entre as promoções lá deles. Infelizmente todas as livrarias que abrem naquele shopping fecham em tipo uns 6 meses, e o sebo mais famoso da região está cada dia mais decadente.
Ela encontrou esse livro e seus olhinhos brilharam. Engoli em seco e comprei o livro, já que é raro vê-la animada com leitura.
Ok, não tá com muita cara de resenha né? Realmente não tenho muito a dizer sobre ele na verdade.
Minha irmã A-D-O-R-O-U. Não sossegou enquanto não botou as mãos nos outros livros da série. E até achou uns 12 capítulos de rascunhos que vazaram. Tá aguardando ansiosamente uma possível continuação.
Quanto a mim, gostei da preocupação que a autora tem nas continuações de não fazer referências obscuras os livros anteriores, quando elas acontecem há um resumo na mesma hora. Achei muito legal da parte dela.
E ao contrario da minha motivadora para ler a série, meu personagem favorito é o Jacob. Botei o protetor de tela promocional do 2º filme com ele aqui no trabalho até descobrir que o ator ainda é menor…
Não tem problema, ele deve aparecer denovo num filme seguinte! 
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Setembro 11th, 2009