Definitivamente? Eu não tenho saco para ler resenha. #prontofalei.
É estranho, por que dizem que às vezes eu faço umas por aqui. Mas lê-las… Já e outra história. Eu perco um pouco o gosto pela história depois que me dizem o que acontece em linhas gerais.
Talvez esse “trauma” - exagero meu, não chega a tanto - esteja relacionado às sinopses da contracapa daqueles livrinhos de banca de jornal (ô vício maledeto!), que invariavelmente contam a história errada ou traem o parco segredo que o livro tem em 10 linhas.
Fora que lendo resenhas você lê o livro, ou vê o filme/peça/show já viesado. Com aquele bonequinho sentado na sua cabeça, em stand by. E isso é ruim, por que o crítico pode não ter gostado mas você pode curtir.
Por isso quando vou a festivais nem pesquiso muito. No Festival do Rio eu só fiquei sabendo o filme que eu veria na hora.
É um risco? É, você pode pegar um filme bomba. Mas é mais emocionante assim.
Tags: cultura, filmes, Música, teatro
Dezembro 3rd, 2008
Ontem minha família saiu e resolveu me deixar trancada do lado de fora de casa. Por sorte, elas tiveram a decência de me avisar, o que me permitiu fazer uma coisa que não costumo fazer por consideração ao trabalho que a minha medicação para psoriase lhes dá (remédio de uso tópico é uma droga…): Ir ao cinema depois do trabalho.
Enrolei um bocado no trabalho, lembrando vagamente do horário das sessões do cinema próximo. Não adiantou muito, pois com o Festival do Rio não tinha um site na internet que me informasse os horários dos filmes no Cine Palácio.
Vou para o cinema totalmente no escuro sobre o filme que irei assistir. Tenho que enrolar mais tempo, pois a próxima sessão ainda levaria 1h para começar. Vou no Cine Oden para ver se tem algo mais cedo, mas nada.
Acabo entrando numa fila bem grandinha para assistir a um filme sul coreano chamado “O bom, o mau e o bizarro”.
O filme se passa na Manchúria (pelo que eu entendi) e gira em torno de três bandidos, o primeiro ladrão de trens hilário, o segundo um assassino contratado para recuperar um mapa do tesouro e o terceiro caçador de recompensas. Tudo isso no melhor estilo bangue-bangue!
O ladrão de trens acaba roubando o mapa e sendo perseguido pelo assassino e pelo caçador de reconpensas. Na busca pelo tesouro, o ladrão e o caçador acabam formando uma parceria que rendem boas risadas no cinema, como as cenas onde o ladrão resolve usar um escafandro para se proteger dos tiros no confronto contra a gangue do assassino.
Ah quase esqueço o que me fez escrever o post: O assassino é o primeiro vilão emo que eu já vi. E o ladrão volta e meia lambe os lábios à lá Coringa!
Só ficou a dúvida no final: Quem, afinal de contas, era o bizarro!
Tags: filmes
Setembro 30th, 2008
Eu tô doida para ver o filme do Zé Mojica! (Só que não sozinha que eu tenho medo, e nem com o Smeagol - um sujeitinho do trabalho feiquedói que acha que eu estou dando mole para ele quando eu tento ser legal. Quem tenta ser legal só se dá mal… ¬¬)
E aí, alguém se anima a ver “A encarnação do demônio”? Ah gente, nem deve ser tão ruim assim, tá até passando em cinema grande, como o Odeon! O filme teve até verba das leis de incentivo ao cinema nacional!
O site do filme tem um contador em vermelho, antes de entrar numa página pesadapradedéu cheia de efeitos. E o filme parece que tem cenas envolvendo uma mulher e um… rato! (a idéia não é tão nova assim)
Por isso só vou com uma galera beeem grande para a gente sair depois para zoar, beber cair e levantar!
Tags: filmes
Agosto 16th, 2008