Passei só para postar sobre o prêmio que o Nuno me deu. Apesar de achar que eu não merece, já que quase nunca mais escrevi por aqui, mas enfim cá está ele.
Obrigada Nuno. Ofereço esse mimo aos comentaristas, que não perdem o ânimo de frequentar o Aritmante quando eu mesma já o perdi.
Estou tendo quilos de papel para ler no serviço público. Espero que isso pare com os normativos, por que eu não quero passar o resto da minha vida lendo papelada!
Eu não estou conseguindo me concentrar nelas agora que é novidade, imagina continuar fazendo isso daqui a uns 15 anos!
Aliás eu olho ao meu redor e fico pensando que verei as mesmas pessoas pelos próximos anos da minha vida e me desanimo por que… Bom eles não fechadins sabe? Quase que antipáticos.
Não sei quando eu vou parar de fazer posts autobiográficos. Melhor estar parando, por que se eu continuar com a minha depressão européia (que é aquela que dá quando a pessoa não tem problema nenhum e inventa algum) em breve terei é que fechar isso aqui por falta do que postar.
Estou trabalhando desde o finzinho do dia 13! Só vou ter que ficar fazendo perícia de 90 em 90 dias…¬¬ Eles “gostaram” tanto de mim que não agüentariam que eu passasse sem eles…
Obrigada pela torcida.
Só uma coisa me preocupa agora: Eu sento de frente para o Kira!!! Sério, o cara é muito igual ao Light, do mangá Death Notes. Espero que ele não tenha nenhum caderninho assassino com ele…
PS: Acho que só o Kajiya vai me entender!!! Mas eu tentei explicar donde saiu, pelo menos dei a referência. E chega que amanhã eu acordo às 5.
Existem algumas superstições com o número 23, como o paradoxo dos aniversários (Reza a wikipédia que: em um grupo de 23(ou mais)pessoas escolhidas randômicamente, existe mais de 50% de chance de 2 delas fazerem aniversário no mesmo dia). Não sei se as supertições são verdadeiras ou não, mas eu sei que foi com 23 anos que eu tive o meu surto psicótico agudo e que a minha psoríase piorou.
O que é uma bobagem, por que com 23 anos a pessoa está na verdade vivendo o 24º, quiçá o 25º!!
Hoje passo a viver o meu 25º ano, o que é rotulado como 24 anos. Acabo hoje com o último mistério relacionado a minha pessoa nesse blog: a minha idade. Por três anos eu a omiti, para que não houvessem preconceitos quaisquer.
Sabe aquela retrospectiva sobre como foi a vida até agora? Eu estou com preguiça de fazer. Eu já disse que gastei o tempo reservado para o balanço para dormir?
Mais um post horroroso. Não sei como vocês ainda aturam. Acho que uma das resoluções de aniversário será postar coisas mais decentes. Adieu.
Hoje eu estou com vontade de me redimir com os leitores deste blog e escrever um post com um tamanho decente. E quando digo tamanho decente quer dizer algo que fique no mínimo da boa redação: três parágrafos de tamanho médio.
O grande problema é o tema. Ando num branco total, levando a vida a dormir o dia inteiro. Eu achava que isso ia acabar ontem com a perícia finalmente me liberando para tomar posse no trabalho, mas não. Não tinham médicos para formar uma junta para me avaliar por que eles estavam mudando os móveis ou algo parecido e liberaram todos os médicos!¬¬
O que pode ser considerado bom, sob o aspecto de que me dá mais tempo para dormir o dia inteiro. Ok, não tem nada de bom nisso, a lógica da Poliana, o jogo do contente não se aplica tão bem assim na vida real. Claro que sempre pode ser pior, mas sempre se pode ser melhor também então dá na mesma.
Três parágrafos: Estou liberada?
Brincadeirinha….
A próxima tentativa de perícia será dia 13. Vamos ver como fica. Deixo o post decente para algum momento no futuro.
Atendendo a uma solicitação da minha terapeuta, fui tentar descobrir onde será apresentado a serie de filmes do Pangea Day, assunto abordado aqui no post Amigo Oculto Musical. Realmente, foi uma informação que ficou faltando e eu não dei lá muita bola, já que quem costuma ler este miserável blog não é sequer do estado do Rio de Janeiro.
Lá fui eu no site do evento. Só que o desgranhento tá todinho em inglês e eu só sei ingreix!
Deu para descobrir que vai ser no Morro da Urca, começando às 15h e previsão de termino para 19h. Duas horas antes, bandas locais se apresentarão. Destaque para o “Morra da Urca” no site e para a minha indecisão sobre before ser igual a antes ou a depois.
Para os desafortunados que não têm que aturar o trânsito, balas perdidas e picadas de mosquitos cariocas, resta o consolo da transmissão online! Isso se não houver por perto alguma transmissão, que, parece, foram organizadas em diversas outras cidades (como no Zingamedia’s Barbecue, em SP por exemplo). Estas exibições estão todas em um mapa no site dos organizadores.
Aproveitando que hoje o hino nacional foi tocado novamente na fórmula 1, falemos sobre hinos nacionais:
Vagabundeando pelo youtube eu descobri que uma organização chamada Pangea Day tem uma proposta interessante de amigo oculto: Um país cantando o hino nacional de outro.
Austrália canta Líbano é o meu vídeo favorito. “Un run run run”, é ótimo!
Mas o que é Pangea Day afinal? O vídeo a seguir explica um pouco. Escolhi espanhol por que é mais parecidin com o português, dá para entender melhor.
Todo o evento, que consiste em exibições de 24 curtas metragens em prol da paz entre os países. Serão selecionados baseados na “capacidade de inspirar, transformar e permitir nos ver o mundo pelos olhos do outro” (trad. livre).
As projeções, músicas e palestras ocorrerão, aqui no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. Dia 10 de maio, a partir das 18h, por 4 horas.
Vou pensar no caso deles. Nessa época sDq eu vou estar trabalhando e terei que ver se terei pique para ficar 4 horas na rua de vadiagem em pleno sábado à noite!
E mesmo assim eu estou com essa sensação estranha.
É estranho, por que eu sou jovem e acabei de passar num concurso público que vai me permitir em breve
parar de passar quatro horas do meu dia no trânsito. Mas mesmo assim eu continuo sem conseguir ficar contente por isso.
Tudo o que eu me lembro é que estou tomando cinco remedios diferentes para a cabeça. Três para dentro e dois para fora. E mais um que tem que ser espalhado pelo corpo, por que a psoríase resolveu se alastrar com essa minha instabilidade emocional.
Eu não queria escrever mais um post sobre isso. Deveria ter escrito sobre os “11 minutos”, livro do Paulo Coelho que comprei no pós-surto e ainda não tinha conseguido tomar coragem de ler. Tem vários livros que eu comprei no pós-surto que eu não consegui ler.
Nada tem muita graça depois que o L, meu herói do Death Notes morreu. Coisa idiota, não? Dá raiva.
Aliás, nem adiantaria fazer um post sobre o “11 minutos”. Essa coisa tem me deixado sem opinião. E por isso eu ando sumida. Por que acho injusto escrever só sobre o meu umbigo fedido sem ofertar nada de interessante….
Vou tentar voltar com algo sobre o qual escrever, ok? E desculpem qualquer coisa.