Ontem de manhã eu vi uma notícia que levaram algumas pessoas a refletir COMO determinadas coisas viram notícia só por que aconteceram com alguém famoso. Neste caso mereceu até protestos da PETA!(via @happymoon e @Cardoso).
O acontecimento foi nada mais nada menos do que o abate de uma mosca que invadiu o “espaço aéreo” entorno no presidente americano Barak Obama, após negociações que visavam afastar o inseto com o balançar de mãos. Pelo próprio Obama, que, orgulhoso, indica o cadáver no carpete para que possam filma-lo.
Posso dizer que ele subiu e caiu no meu conceito:
Subiu: Por que não só é preciso ser inteligente para matar uma mosca (você tem que se adiantar ao movimento que ela vai fazer em seguida ao que está fazendo, segundo o que eu já li a respeito), mas você tem que coordenar isso para executar a ação. Não basta saber onde a mosca estará, tem que ser ágil para fazer o seu corpo acerta-la.
Eu não tenho capacidade intelectual para fazer isso. Nem coordenação motora.
Caiu: Acabou-se o mito que que ele era “bonzinho”. Ele fez mais que mal a uma mosca, em rede nacional/mundial e ainda se gabou disso! Agora sou plenamente capaz de imaginar ele mandando soldados para uma zona de conflito qualquer sem pestanejar.
Pensando bem, conseguir matar uma mosca deve ser pré-requisito para ser candidato ao governo americano. Tipo o cara vai se inscrever eles soltam uma mosca na sala e a candidatura só é autorizada se ele conseguir matá-la. Parece um bom critério para mim.
(É, todas as piadas sobre isso já defem ter sido feitas ontem, mas eu não resisti a escrever o que me ocorreu sobre isso. Maldita vida off line que nos afasta desses hypes!)
Tags: hypes
Junho 18th, 2009
Estão aparecendo em alguns blogs comentários em… russo!
Coincidência ou não eu começei a estudar o idioma esse ano. Só faltam uns 6 anos para eu conseguir ler algo em russo com alguma fluência.
Bom, de qualquer forma eu não estava achando utilidade alguma para essa minha atividade extracurricular. Mas quem sabe eu não possa colaborar para o fim da dúvida cruel que nos assola: WTF é “C 12 июня – Днём России!”?
Bom, não serei eu quem poderei ajudar na verdade. Eu só sei que o russo é um idioma muito curioso onde o H é o n, o n é o p, o P é o r…. O que eu posso fazer é ver com a galerinha do curso se alguém consegue traduzir isso. Afinal eu acabei se ser apresentada ao alfabeto cirílico e tô achando a continuação difícil pacas!
Quem sabe não estamos frente um nicho inexplorado? (Eu tb duvido disso, mas…)
O que eu não entendo é, por que temos comentários em russo e não em chinês? Somos bloqueados por lá?
Bom, melhor eu parar de divagar e voltar à atividade. Chefe novo e o texto não vai ficar melhor que isso mesmo né!
Athé +!
Junho 15th, 2009
Acabei de me dar conta de que eu troquei os feeds pelo twitter. Patético não?
Como parte da faxina para 2009 eu reiniciei os meus feeds. Pensa que me adiantou, que eu voltei a acompanhar as pessoas de forma regular? Qual nada!
Não sei o que me levou a esse abandono da minha vida virtual. Este ano eu tomei um pouco mais de vergonha na cara (e broncas tb) e estou levando o trabalho um pouco mais a sério. Isso me fez abandonar também o blog.
Aliás o abandono do blog teve um efeito de não querem magoar certa pessoa com coisas que eu eventualmente poderia escrever aqui. Mas esse problema já está se esmaecendo, creio eu. Conhecer o efeito geralmente ajuda a combate-lo, imagino.
Junho 7th, 2009
Dia desses eu twittei que “Me desagrada profundamente acompanhar uma história e depois ficar sem saber como termina… É tão frustrante!“. Lembrando que lá não é blog e o melhor lugar para as coisas filosóficas é o blog e não aquele msn pós-moderno, cá estou eu tentando destrinchar o meu raciocínio para ver se eu faço uma tese decente.
Imagine uma situação como a seguinte: Você está no ônibus, não tem nada para fazer mesmo, a viagem é longa então você - que feio - começa a prestar atenção na conversa alheia. Não dá uma puta raiva quando as duas mulheres descem antes de você antes da história terminar?
Sim, é um estilo bem voyer way of life. Coisa de gente sem vida social, talvez.
Mas isso acontece com gente normal também. Quando você namora e um belo dia (ok, talvez nem tão belo assim) o relacionamento termina, do nada você deixa de acompanhar a vida de outra pessoa da forma mais brusca possível.
Nada mais de e-mails bobinhos. Qualquer aproximação deve ser cercada de mil pretextos. Ficamos dependentes daquela personagem que acompanhávamos cuja existência se entrelaçou com a nossa, e quando há a ruptura na narrativa nós ficamos perdidos.
Enterros, ofertas de emprego, o show de uma banda que o outro gostava… Tudo é motivo para chegar mais próximo daquele conto viciante. Qualquer retalho serve, e quando os obtemos ficamos roendo as unhas e falando conosco mesmo, como se ainda pudéssemos interagir naquela história (como nossas mãe vendo novela).
Enfim: é uma merda.
Tem solução? Não faço a menor idéia. Acho que a vida em sociedade nos impõe problemas como esses. Talvez se ficássemos só nos romances, só no plano teórico das coisas tudo seria bem mais fácil.
Junho 6th, 2009
Passadinha rápida só para divulgar uma dica da @pathaddad:
É carioca/mora no Rio e anda sem ter o que fazer? Todos os programas são muito caros?
Seus problemas se acabaram-se, por que começou esse mês (e dura até 5 de julho) o carioquinha 2009, projeto que permite a cariocas e demais moradores do Rio e arredores a desfrutar de nossas atrações turísticas as preços mais acessíveis. É só ver o destino no site do protejo - não sei se posso chamar de projeto algo que já está na 11ª edição, mas enfim… - e ir feliz e contente com sua carteira de identidade ou um comprovante de residência para o passeio de sua preferência!
Para os que ainda tem fôlego, hoje e no fim de semana o Viradão Carioca tem vários eventos culturais di grátis ou a preços irrisórios espalhados pela cidade maravilhosa.
Não tem mais desculpas né? Então movam esses traseiros gordos, saiam da net por um tempinho e vão curtir!
Junho 5th, 2009
E então. Tô eu aqui no trampo, depois do horário. Enrolando, pq eles não pagam hora extra mesmo. Então não trabalho a mais.
Na verdade estou aqui de tocaia. Esperando uma colega que faz aniversário amanhã resolver ir embora para eu poder deixar as lembranças que eu comprei pra ela na feirinha do livro.
Isso mesmo. Sou no momento uma cruza de Papai Noel e Coelhinho da Páscoa.
Tá certo que eu teria que estar fazendo hora de qualquer jeito, por que a minha aula de russo só vai começar às 19h. Mas eu poderia estar em outro lugar fazendo hora.
Preferencialmente um mais quente.
Por que raios ela não vai embora logo hein?! Ainda vou ter que ajeitar os livros na embalagem tosquinha que eu comprei na hora do almoço. Já até escrevi uma cartinha para sauda-la.
Putz, até um post eu já escrevi para ver se o tempo passa e ela vai pra casa. Tanta coisa para se fazer na véspera do aniversário e a caxias está trabalhando?!
Acho que me enganei no presente. Deveria ter comprado uma garrafa de vodka e mandado os rapazes administrarem nela em doses regulares, para pelo menos termos um espetáculo público vexatório.
VAI PRA CASA, QUE EU NÃO QUERO CONGELAR NESSE AR CONDICIONADOOOOOO!
Junho 3rd, 2009
Identifiquei uma coisa muito estranha acontecendo comigo:
Eu fico pensando compulsivamente uma coisa teoricamente legal. Como se fosse o máximo de bom daquela situação.
Por outro lado eu fico cortando esses pensamentos, me lembrando que provavelmente nada nem remotamente parecido com aquilo irá acontecer. Tipo pensando no pior do caso em questão.
Tenho a impressão que esse comportamento é para me proteger da decepção de fatalmente chegará. Meu intelecto me diz que essa atitude também me faz sofrer, talvez até mais, uma vez que o faço por antecipação. Mas não tô conseguindo implementar nada mais eficaz…
Tô ficando pancada. Mais.
Tags: filosofia?
Maio 24th, 2009
Olá p-ssoas!
Faz um bom tempo que eu não apareço por aqui né? Eu meio que broxei de escrever depois do comecinho do ano. Na verdade eu broxei de um monte de coisas. Me sinto fazendo hora por aqui, entende?
Maaaas hoje não é dia de falar sobre as coisas chatas. Vou ver se tomo vergonha na cara e falo sobre elas um dia desses qualquer. Talvez eu estabeleça metas semanais ou quinzenais de produção para o aritmante - apesar de isso ser um pouco difícil agora que os meus chefes estão mais no meu pé no trabalho.
Malditos desvios de assunto, não é sobre isso que eu quero falar. Esse post é para avisar ao povo que hoje eu completo 1/4 de século. Ainda não decidi como comemorar a publicamente, talvez um chopps na 5ª feira.
Sugestões de algum lugar manerinho aqui no Rio? Eu sou péssima para organizar essas coisas, problema de criaturas sem vida social saca?
Errr…. Melhor voltar ao trabalho pq o meu pc é super mal localizado. beijinhos e athé +.
Maio 12th, 2009
Parece que todo mundo anda um pouco na mesma onda que eu. Vejo pipocando por aí vários textos falando sobre o sumiço dos autores de blogs e coisas do gênero.
Na verdade devo confessar que nem tenho lido estes textos. Estou numa fase de pouquíssima utilização do PC para fins recreativos, de forma que toda a minha vida internética-social fica prejudicada.
O fato é que o meu chefe descobriu minhas manobras de fuga do trabalho e apertou o cerco. Tá exigindo relatórios diários de produtividade daquele trabalho chato que eu NÃO fui contratada para fazer.
Não que eu fosse estar muito diferente trabalhando com estatística. Tô numa fase que não acredito em nada e nada me importa muito.
Sei que minha vida é muito tranquila para eu ficar reclamando. Mas a filosofia “Poliana”, o “Jogo do Contente” não funciona mais comigo. Agora que acho que tenho tanto direito de me sentir deprimida quanto os europeus.
Pode não ser o que faz sentido, mas é o que “tá rolando”. E foda-se quem acha que minha vida é um mar de rosas e que eu estou reclamando de barriga cheia. Bem, retiro o que eu disse, pessoas como essas já devem estar fodidas o suficiente.
Fevereiro 28th, 2009
Parece que é o que eu estou virando nos últimos tempos: Um ímã para aqueles hippies que ficam vendendo biju no centro da cidade!
Deixe-me explicar. O processo começou no ano passado, já no finzinho, quando um deles me chamou. Ele, sentado no chão ali do lado do Odeon me pergunta se eu gosto de estrelas. Disse que nunca tinha prestado muita atenção nisso, então ele me fez um anelzinho (que aliás já sumiu) em troca de uma contribuição para o almoço.
Agora outro deles (na verdade uma dupla deles) me aborda falando que eles estavam indo para Niterói fugindo da chuva e que faltavam três reais para inteirar a passagem. Se eu não poderia dar-lhes essa importância em troca de um mimo, mostrando-me um cano de tecido com pulseiras de fio encerado tecidas em macramê (pelo menos eu acho que é macramê!).
Escolhi uma pulseira que apesar de ser da minha cor favorita, depois fui perceber que não tinha nada a ver com a roupa que eu estava usando. O rapaz ajustou no meu pulso o brinde escolhido, cortando as pontas excedentes.
Qual será o próximo? Temo que se eu for abordada por três ripongas da próxima vez vou começar a ficar com medo! Se bem que ainda falta um cordão para a minha recém criada coleção de biju alternativa…
Fevereiro 6th, 2009